sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Tudo Por Ti.

Não sei o que se passa no meu coração só sei que nunca senti o que sinto e não sabia que este sentimento existia. Existe quem lhe chame amor. Amor? É mais...

Tenho dias em que, finalmente, estou descansada no sofá e ele chora, fico furiosa porque tem dias que ele decide ser muito chato e eu fico tão cansada mas chego ao pé dele e o meu mundo pára. Nunca me levantei por obrigação porque vou a caminho e começo a sentir o prazer, a necessidade de lhe tocar, de o ver, de lhe sorrir e acariciar. O meu Pote de Mimo é tudo para mim, é o meu sangue, a minha vida, o meu amor, a minha alma. 

Não sei viver sem ele, sem pensar dele, sem olhar para ele.

Eu sei porque chora, ri, refila, quando tem sono e o que fazer, sei sempre! Eu conheço-o e sinto-o como ninguém. Só eu sei e raramente não resulta ou tenho dúvidas. eu dou-lhe colo, beijos, festas, visto, dispo, dou banho, de comer, faço cócegas, companhia, canto, riu e choro como ninguém quando todas as manhãs olho para ele e penso que não sabia que existia o Amor Perfeito.

Quando estava grávida não estava encantada, estava feliz, mas não encantada para choque de muita gente. O meu filho nasceu e algumas pessoas ficaram horrorizadas porque eu não sentia nada. Eu queria estar com o meu filho, queria estar ao pé dele e acima de tudo queria, de uma forma animal, cuidar e salvar o meu rebento, ele precisava de mim para tudo e eu queria dar-lhe tudo, queria cuidar mas nada sentia, era uma coisa mais racional e objectiva.

Hoje olho para o meu filho e penso no que terei de aguentar e suportar no dia em que começar a trabalhar... Como irei viver e respirar sem o meu suporte de vida? 

O que eu sinto é tão grande que é indescritível. Como vou passar o dia sem o seu sorriso de bom dia? Sem o seu pedido de colo? Sem as suas gargalhadas? 

Como vou passar o dia sem o ouvir "falar", "chamar" por mim, "pedir-me" leite? 

Como vou passar o dia sem vê-lo crescer? Sem o ver fazer as coisas novas que praticamente todos os dias ele descobre e me presenteia com essas descobertas?

Como irei suportar a falta dos momentos em que simplesmente me perco no tempo, a olhar para ele a vê-lo dormir, brincar... momentos em que uma lágrima de felicidade me escorre pela face fazendo-me sentir abençoada e em que penso: Tudo Por Ti! Tudo!!!

Saco do Machado e...

Os homens, seres mais frios fingem que nem querer saber.

As crianças seres superiores, inteligentes e educadas olham, dão um sorriso e dizem bebé. Eu mãe encantada pergunto: Queres fazer uma festinha?

As mães das crianças, autênticas pré-históricas que parece que nunca tiveram filhos, tal como as suas avós e outras senhoras velhas que encontramos por aí não vão de modas e quer nos conheçam quer não, sem estarmos á espera, toca de meterem as mãos nas mãos do meu filho. 

Um destes dias nem me vou dar ao trabalho de dizer seja o que for, saco logo do machado que vou passar a usar dentro da mala e corto as mãos a uma... ai corto, corto!!!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Mesmo a Tempo

Podem dizer que ao fim de 5 meses já era altura de me interessar por estes brinquedos ou chamar-lhe instinto, o que é certo é que vem na época certa... jingle béle jingle lá lá lá

(não se esqueçam de poupar, também, para as pilhas)

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Hoje é dia de...

Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha!  Abanar a vaquinha!!!
(já lá vão 30 minutos)

Métrica Maluca

Que os tamanhos variem dos 3 aos 6 meses de marca para marca até aceito, se bem que no meu tempo não era assim e eu estou a ficar muito velha pela quantidade de cabelos brancos disfarçados que já não consigo contar, mas... prendam-me as fitas métricas, as réguas tudo o que tenha cm, sff ou mandem-me para as escola aprender, de novo, as medidas!

RaiosMaPartam que 74 cm não são sempre 74 cm, ou melhor, são mas de tamanhos diferentes portanto não são 74 cm em todas as fitas métricas, deve de variar de país para país. 

Existe alguma coisa na costura que me passa ao lado ou as etiquetas deviam de dizer qualquer coisa tipo: 74 cm antes de cozido ou 74 sem dobra ou 74 se encolher na máquina ou 74 cm mas Made In China mas se quiser 74 cm Made in Europe é no corredor ao lado.

Agora levo sempre o Exemplar que não tarda está viciado em compras e depois quero ver quem é que o sustenta ou um exemplo mais prático e que cabe na mala mas sem a menor graça...

sábado, 9 de novembro de 2013

Quero Uma Bóia Destas

Quero uma bóia destas! Quero! Quero! Quero!


Quem São os Nossos Filhos?

"Desde cedo, as crianças começam a evidenciar comportamentos e características da personalidade que não foram ensinados nem tiveram ocasião de presenciar, mas é sobretudo depois do ano de vida que a exibição dos traços da personalidade e temperamento se vai fazendo.


À medida que o tempo passa e os filhos crescem mudam muito, sobretudo depois dos 9-15 meses de vida. Vincam é mais os traços da sua personalidade, do seu temperamento, afirmam a sua identidade, e muito na dimensão do que o ambiente externo (leia-se: pais, família e educadores) permitem. 



Quem são os nossos filhos? Não temos memórias presentes da maior parte deste período da nossa vida e, contudo, há unanimidade entre os cientistas e profissionais sobre o facto de ser o período mais marcante dela, em termos de estruturação. É uma fase em que se estabelecem os princípios e valores, o sentimento social e a segurança afectiva. É um período em que os neurónios se organizam como nunca mais na nossa vida, e em que o cérebro fisicamente se desenvolve consoante o ambiente, o afecto, as regras e o contexto familiar e social. 



Não quer isto dizer que tudo esteja feito e terminado aos cinco anos. Não. Após a estrutura montada, há que rechear, adornar, preencher. Desenvolver e capacitar. Mas quaisquer livros, por melhor e mais bonitos que sejam, não farão uma boa biblioteca se as estantes forem tortas, frágeis ou incongruentes, se a luz for tosca e o pó cobrir tudo.

TEMPERAMENTO


Tantas vezes ouço, nas consultas, as queixas dos pais e dos familiares: «Será hiperactivo?, Está sempre na Lua. Faz muito barulho a brincar. Chora à mínima coisa. Não pára quieto! Nunca dá beijinhos à avó! E tantas outras coisas mais, como se a criança tivesse cometido um crime ou tivesse um comportamento altamente desviante ou sociopata.



Com menos de seis anos, as crianças não têm ainda uma noção clara dos seguintes parâmetros: massa, área, volume líquido, peso e volume sólido. 
E sabem a que idade eles adquirirão, em média, estas noções? 7-8 anos para as três primeiras. 9-10 anos para a quarta e 11-12 para a última. E isto relativamente ao mundo físico, que é definido e que exploram todos os dias. Que dizer do mundo relacional, bastante mais elástico e imprevisível, do mundo emocional e do mundo psicológico? É por isso que somos sempre meninos em fase de aprender. Todos os dias nos podemos surpreender a nós próprios com descobertas de sentimentos e factos, mas aos 1, 2, 3, 4 ou 5 anos, ainda são muito, mas mesmo muito, pequeninos, e o entendimento deles do mundo, pessoas e coisas não é o mesmo do dos adultos. 



É errado pensar que os podemos mudar ou que têm de ser como nós desejávamos, muitas vezes até ao sabor dos momentos e com expectativas incoerentes: o mesmo menino que estimulamos a correr, quando dá jeito mostrar aos amigos a sua desenvoltura, é o que é admoestado se está a brincar de um modo mais agitado. Poderemos influenciar os comportamentos, de forma até decisiva, mas mudar a pessoa é tarefa inglória e inútil. E também indesejável.


Quem tem de adaptar a sua estratégia são os pais. A comparação com familiares ou amigos, por exemplo, é comum mas contraproducente. 
Mas afinal o que é o temperamento? É um conjunto de características inatas que servem para as pessoas se organizarem face ao mundo exterior e interior. É, pois, um instrumento fundamental na vida relacional, com os outros e connosco próprios, e não muda ao longo da vida, podendo contudo desenvolver-se e exercitarem-se alternativas comportamentais, graças à enorme capacidade de reflexão e auto domínio que o ser humano tem.

A NOSSA MATRIZ GENÉTICA


É velha a frase «parece que já nascem ensinados», não é mentira, porque será uma ilusão pensar que uma criança nasce sem nada na cabeça. Desde cedo, as crianças começam a evidenciar comportamentos e características da personalidade que não foram ensinados nem tiveram ocasião de presenciar, mas é sobretudo depois do ano de vida que, gradualmente, a exibição dos traços da personalidade e do temperamento se vai fazendo. 



O mundo mudou – a frase é um lugar comum. Tem sempre mudado. Contudo, genética e biologicamente continuamos a ser animais, da classe dos mamíferos, e muito pouco diferentes do que éramos há milhões de anos. O cérebro deu-nos a adaptabilidade e a capacidade de desenvolver estratégias para nos defendermos do perigo e de produzir sociedade, ao contrário dos outros animais.



Conscientes da nossa vulnerabilidade individual não podemos descurar uma coisa sagrada: a segurança. Não apenas física mas também da aprendizagem relacional com os adultos, o mundo e os objectos – é por isso que as crianças experimentam as coisas, com os seus cinco sentidos, correndo risco de sofrer um acidente, mas vão aprendendo com o tempo a defender-se. 
Também precisamos de segurança psicológica e emocional. Ninguém vive sem afecto, sem se sentir amado e desejado. A sensação de se ser útil é pão para a alma. Mesmo que, em grupo, nos sintamos mais fortes individualmente temos receios e sentido da fragilidade da condição humana.



A necessidade de se sentir parte do todo e profundamente amado determina, neste grupo etário, grande parte dos comportamentos – o medo do abandono é o grande papão de qualquer criança, sobretudo a partir do ano e meio. Por outro lado, as crianças sentem-se motivadas para aprender e desejam que o seu esforço e as suas realizações as identifiquem, gostando por essa razão que as elogiem e recompensem. As lembrem e recordem. 

Não deixa de ser engraçado ouvir jovens pais ou menos jovens avós questionarem-se acerca destes nicos de gente: «Ele é tão pequenino para ter manhas!» As manhas são, afinal, o corolário da arte básica da sobrevivência, nas suas diversas nuances: persuasão, manipulação, sedução, imposição, exigência, solicitação. Maneiras diferentes de atingir os mesmos objectivos: mandar, ter poder, servir-se dos outros para os nossos desígnios e vontades, numa palavra, sobreviver… seja fisicamente, seja afectiva, psicológica ou socialmente.



Na maioria das crianças, a personalidade faz-se segundo uma escada de patamares. A criança absorve a informação, processa-a, analisa-a, decide o que altera no seu estado anterior e dá então um passo para o degrau acima, onde receberá mais informação e o processo se repete. Há assim períodos críticos, que teremos de descobrir em cada criança – uns para dar informação, outros para deixar repousar e processar essa informação. É nesses períodos críticos que aparecem sentimentos e comportamentos contraditórios: a necessidade de expansão, de ampliação das capacidades e dos conhecimentos, que tanto estimula e puxa pela criança, também causa angústia e ansiedade.

COMO DOMINAR ALGUÉM?


Há meios coercivos e meios persuasivos de o fazer. E as crianças experimentam ora uns ora outros, tentando entender qual das vias é mais eficiente. A mais fácil é a negativa, porque exige menos energia e sentido estratégico, e é mais imediata. Quero, posso e mando. Birras e pressão. Choro e vitimização. Tirania e terrorismo emocional. 
A via positiva aparece mais tarde, não apenas porque a negativa não deu (espera-se!) frutos, mas porque a capacidade de teatralização e de manipulação só aparece quando o pensamento evolui, embora mesmo os bebés pequenos já evidenciem manobras deste tipo, baseadas na sedução e no charme. Qual dos leitores consegue resistir a um sorriso, uma carinha, um «ó, pai querido»? 
Como há que ensinar as crianças a optarem por caminhos positivos, rejeitando os outros, não se podem reprimir todos estes caminhos. 

Estudemos pois os nossos filhos desde que nascem e em vez de os tentar refazer e mudar, talvez o desafio seja muito mais aliciante se pensarmos em como, sendo quem são e com a nossa ajuda, poderão ser felizes e fazer os outros felizes.

NEM BOM NEM MAU
O temperamento (e a personalidade) não são bons ou maus. Apenas são. Ser tímido à partida, pode transformar-se numa qualidade ou num defeito: se a timidez for tanta que inibe ou paralisa, prejudicando a criança, ou se se converter em prudência, que muito a ajudará a analisar as situações e as pessoas, sem a manietar. O mesmo se dirá da ousadia.


DEZ TRAÇOS COMPORTAMENTAIS

Pode resumir-se o temperamento a uma composição de dez itens, sendo que estes parâmetros são observados desde o primeiro dia de vida. É face a eles que temos de pensar os nossos filhos:


Nível de actividade – há crianças mais ou menos agitadas, que preferem actividades mais cinéticas ou mais quietas. Este traço pode explicar a apetência e escolha de profissões, desportos, actividades artísticas, etc.



Distractibilidade – grau de concentração e de atenção à actividade que está a desempenhar, bem como a influência dos estímulos externos sobre a reflexão, o comportamento e as actividades. Pode ser bom, se for para distrair a criança de qualquer coisa que quer, mas pode ser mau se se tratar de fazer os trabalhos de casa.



Intensidade – refere-se ao grau de energia que a criança põe nas suas respostas. Mais dramatismo ou menos. Mais veemência ou menos. Mais perturbação ou menos. Grita ou fica calada. Esperneia ou permanece quieta quando contrariada. Uma criança intensa vive a vida com mais paixões, mas porventura com mais desilusões. Uma criança menos intensa poupa -se a grandes trambolhões, mas se calhar é capaz de não ter momentos exaltantes;



Regularidade – em aspectos como o apetite, o sono, as horas de fazer cocó, cansaço, etc. A não compreensão do grau de elasticidade da criança aos horários e suas variações pode causar situações de birra ou desajustamento;



Limiar sensorial – tem a ver com a reacção da criança aos estímulos (sons, paladares, cheiros, mudanças de temperatura, toque, luzes). Há crianças a quem a luz do sol incomoda, ou que se excitam ou têm medo perante determinados sons, que entram numa sala e dão pelo cheiro a canos ou a comida, etc. Existe provavelmente uma relação com a criatividade e o sentido artístico;



Timidez/ousadia – perante estranhos ou novas situações, ou desafios como crescer nas diversas áreas do desenvolvimento;



Adaptabilidade – que se relaciona com a capacidade de se adaptar a mudanças (de casa, escola, familiares, estação do ano, dias de chuva ou de sol, viagens, ou até mudança de actividade). Uma criança com baixa adaptabilidade pode sofrer se as outras, por exemplo no jardim de infância, a obrigam a entrar em cenas para a qual ainda não está preparada;



Persistência – tempo que a criança continua a dedicar a uma determinada actividade quando surgem dificuldades ou obstáculos. Desiste? Persiste? E quanto tempo aguenta à espera, depois de pedir um copo de água e da mãe dizer que «já vai»? A persistência exagerada pode degenerar em teimosia. A falta dela pode originar um desistente;



Humor – tendência para reagir de forma mais pessimista ou optimista (podem experimentar, pedindo a opinião do vosso filho para saber se um copo está meio cheio ou meio vazio), sentido da graça e do riso ou, pelo contrário, difícil de obter um sorriso e sempre sorumbático;



Reactividade – perante uma dada situação, de contrariedade ou agradável, manifesta-se primeiro e pensa depois, ou analisa primeiro e reage depois?"


Este texto é uma cópia mas sofreu alguns cortes da minha para o resumir um pouco (mesmo muito pouco porque todo ele é muito interessante). O texto original pode ser visto AQUI.

Cada coisa a seu Tempo

Tudo se conjuga: 
...chegou o frio... 
...o Diogo começou a comer sopas e papas...
...as janelas podem estar fechadas... 

Graças a Deus que o Universo conspira a meu favor porque ou eu morria de frio ou intoxicada!!! Como é possível um cu tão pequeno ter um cheiro tão... tão... tão abrangente?

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sete Maneiras de Adormecer um Bebé

Esta semana saiu uma noticia sobre as Sete Maneiras de Adormecer um Bebé, objectivamente só conhecia a 1 e a 6, as outras passei a conhecer por instinto e necessidade. O próprio Diogo manisfestou-se positivamente e eu continuei a fazer:
1 – Ligar o secador de cabelo
2 – Palmadinhas no rabo
3 – Olhar fixamente nos olhos
4 – Brincar com a fraldinha de pano
5 – Mostrar o telemóvel
6 – Ligar e desligar o microondas
7 – Fazer carícias no rosto


Produtor Oficial

Produtor Oficial de Cera Biológica.
Concorrência desleal ás abelhas porque é mais giro e não pica.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Água???

 Tirem-me esta coisa da boca e tragam-me uma caipirinha... JÁ!!!!!!
...água é para os peixes...

Contra o Frio

Depois de pedir a opinião a amigas e num grupo de mamãs do Facebook acabei por decidir o que vestir ao Diogo para dormir, tendo em conta que começou o frio e ele destapa-se durante a noite.Tenho a meu favor o facto da minha casa não ser fria, nos dias que estão 10 graus na rua cá em casa estão 20, sem a lareira ou qualquer aquecimento ligado.

A maior parte das mães é a favor do saco de dormir mas não me agradou muito e principalmente quando vi estes lindos macacões de pelo e polares. Fui á C&A comprar os polares e o cinzento, bastante quentinho, veio da Primark. Na minha opinião foi uma excelente escolha ao fantástico preço de 13€ com desconto do IVA e que me poderá durar grande parte do Inverno, ou todo. Por debaixo deles visto um babygrow e umas calcinhas finas de algodão. 

Diogo acorda sempre destapado mas muito quentinho e mexe-se á vontade. Na cama tenho um cobertor polar fininho mas só mesmo para quando o deito porque passados 10 minutos e 2 voltas... já está destapado.


sábado, 2 de novembro de 2013

Varinha Mágica

Se tivessem existido varinhas mágicas no tempo jurássico, a minha era de certeza dessa altura. Eu gostava tanto da minha varinha que tinha sido da Tia Lagarticha, pois... gostava porque ela pifou e eu fui comprar uma nova mas acho que esta também vem com defeito.

Eu farto-me de abanar, dizer palavras mágicas e o raio da varinha só sabe triturar??? Então e os meus desejos? Já pensei que ela não faz magias porque lhe faltam os pós de perlimpimpim mas não conheço quem os venda nem em promoção, nem em saldos, nem em outlet, nada...

E prontos, acabo por ficar com uma varinha mágica nova que só faz exactamente o mesmo que a outra fazia antes de ter explodido na minha mão: tritura... Maldita Sorte!!!